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19

benefício quando comparados com pacientes não

tratados

34

(

A

). O ECT-RM foi semelhante entre os

grupos tratados e não tratados nas semanas 4, 12, e

24. A descontinuidade da relaxina na 24ª semana

produziu em alguns casos efeitos colaterais renais

graves, cursando com redução no clearance de

creatinina, e desencadeamento de crise renal ou

hipertensão arterial graus 3 ou 4

35

(

A

). Como a

relaxina humana recombinante não se mostrou

melhor que o placebo na avaliação cutânea e

visceral em pacientes com ES difusa, e cursou com

efeitos colaterais renais graves após sua suspensão,

não tem indicação no tratamento da ES.

Em pacientes com diagnóstico de ES e ECT-RM

> 16, o tratamento utilizando-se

colágeno tipo I

oral, na dose de

500 µg por dia por 12 meses, não

apresenta modificações no escore cutâneo. Apesar

disso, a análise do sub-grupo de pacientes com

doença entre 3 e 10 anos revelou redução

significativa no escore cutâneo (7,9 versus 2,9)

36

(

A

).

A utilização do colágeno como medicação

antifibrótica é uma boa perspectiva terapêutica, que

ainda necessita ser mais adequadamente avaliada.

O uso de infusões endovenosas de

iloprosta

, nas

doses de 0.5 ng/kg ou 2 ng/kg de peso corpóreo

por minuto, uma vez ao dia, por 21 dias, em

pacientes com ES, em um ano de seguimento, não

modificou o ECT-RM

37

(

B

).