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Estudo aberto, fase IIa, avaliando

mesilato de

imatinibe

, na dose de 400 mg/dia, em 30 pacientes

com ES difusa, por 12 meses, mostrou, nos 24

pacientes que completaram o estudo, que houve

diminuição no ECT-RM (6.6 pontos ou 22,4%) ao

final do tratamento, mais evidentes após 6 meses de

tratamento, sendo observado tanto em pacientes

com ES de início recente quanto de início

tardio

43

(

B

). Ocorreram 171 eventos adversos, sendo

que 24 foram considerados sérios.

Outro estudo aberto, fase I/IIa, avaliando 20

pacientes com ES e pneumopatia intersticial em

atividade em uso de

mesilato de imatinibe

revelou,

nos 12 pacientes que completaram o estudo, que o

ECT-RM inicial (18,7

+

10,1) diminuiu, em média,

3.9 unidades (p < 0.001)

44

(

B

). Sete pacientes não

continuaram no estudo devido a efeitos colaterais.

Efeitos colaterais comuns, como fadiga, edema

facial, náusea/vômito, diarreia, rash generalizado e

proteinúria ocorreram em mais de 20% dos

pacientes; estes efeitos colaterais estiveram

associados às doses maiores que 600 mg/dia.

Recomendação

O metotrexato é a primeira opção terapêutica

para o espessamento cutâneo progressivo nos

pacientes com ES. A ciclofosfamida, o micofenolato

de mofetil e o rituximabe podem representar opções

terapêuticas nos casos não responsivos ao

tratamento com MTX.